Isael criticou ainda o que classificou como uma postura de apontar problemas de governos anteriores sem assumir responsabilidades pela atuação política ao longo dos anos.
“Não basta apenas vir aqui e dizer que o governo A e o governo B não prestam, porque você está há mais de uma década no Senado”, disse.
O candidato também defendeu que os problemas históricos da educação no Amazonas precisam ser enfrentados pelo governo estadual e citou o Pará como comparação em relação aos indicadores educacionais.
“Ou o governante assume o compromisso de resolver os problemas do Estado do Amazonas e os problemas crônicos da educação, ou nós não vamos sair desse estado em que a educação se encontra”, declarou.
Ao final da fala, Isael afirmou que as dificuldades enfrentadas pela educação não poderiam ser atribuídas apenas às características geográficas do Amazonas.
“E não é um problema de rio, de logística, não, porque o Pará, para vocês terem uma ideia, amazonense, tem as mesmas condições que nós e está muito acima do Amazonas”, afirmou.
Isael encerrou a intervenção defendendo sua candidatura: “Então, a solução é só o Ismael Munduruku mesmo e acabou a conversa.”
Omar, por sua vez, voltou a defender sua passagem pelo Governo do Amazonas e afirmou ter valorizado os profissionais da educação, além de criticar as condições atuais das escolas estaduais.

