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TranspoAmazônia: especialista discute soluções para manter logística durante seca nos rios

27/05/2026 21h17

O diretor da Abac, Felipe Cassab, defendeu o monitoramento contínuo dos rios amazônicos.

A cabotagem responde por cerca de 80% do transporte de produtos destinados a Manaus.

Durante o III TranspoAmazônia, especialistas debateram soluções de dragagem e batimetria.

A cabotagem e os impactos da estiagem nos rios amazônicos foram discutidos durante a palestra “A importância da cabotagem para a região amazônica – números e fatos”, ministrada por Felipe Cassab, diretor da Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac). A atividade integra o III TranspoAmazônia — Feira e Congresso Internacional de Transporte e Logística, em Manaus.

O evento ocorre de quarta-feira (27) a sexta-feira (29), no Centro de Convenções Vasco Vasques, na zona Centro-Sul da capital amazonense. A programação reúne empresários, especialistas, investidores e representantes do setor de transporte para debater logística, infraestrutura e navegação na região Norte.

Durante a palestra, o diretor da Abac defendeu o monitoramento contínuo do nível dos rios, com emissão de alertas para que usuários antecipem embarques antes do agravamento da estiagem. Ele também citou a necessidade de realizar batimetrias prévias para identificar trechos críticos que precisam de dragagem.

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Cassab mencionou, ainda, o uso de equipamentos de dragagem mais eficientes e a execução dos serviços no período adequado. Entre as medidas apresentadas, também estão batimetrias após as dragagens para validar os resultados e soluções anuais de infraestrutura voltadas à navegação e logística na Amazônia. Veja a lista:

Em entrevista ao g1, Cassab afirmou que a cabotagem é responsável por cerca de 80% do transporte de produtos destinados à região de Manaus e ao Norte. Para ele, a operação do setor depende de infraestrutura capaz de garantir regularidade e previsibilidade ao transporte de cargas.

Ao comentar o funcionamento da cabotagem na Amazônia, Cassab afirmou que o modal atua na ligação entre polos produtores e consumidores e depende de ações contínuas de infraestrutura para manter o fluxo logístico da região, especialmente durante períodos de seca severa.